terça-feira, 29 de novembro de 2011

CARMELO DE PORTO ALEGRE "INCOMODA"



A SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE DE PORTO ALEGRE E A SINOFOBIA


Valter de Oliveira

Thomas Giuliano, da Associação Católica Pio XII, enviou-nos uma notícia que mostra até onde chega a intolerância de laicistas contra a Igreja. Concretamente, trata-se de perseguição às religiosas carmelitas da capital gaúcha.

O Carmelo de Porto Alegre, diz-nos Thomas, se localiza em um dos bairros mais agitados de Porto Alegre. Seu nome é Cidade Baixa. É um dos lugares boêmios da cidade. Nele são corriqueiros “roubos, assassinatos, brigas, prostituição, e, música durante os dias e madrugadas. O Carmelo faz fronteira com uma das Avenidas mais movimentadas de nossa cidade, avenida chamada de Loureiro da Silva, nessa avenida circula um número muito grande de carros, que trafegam nos sentidos norte e sul e que provoca muito barulho e confusão”.

Ocorre que, diz ainda Thomas, no mês de setembro um vizinho do Carmelo, incomodado com o barulho do sino, entrou em contato com a Secretaria de Meio Ambiente da cidade de Porto Alegre, solicitando a exclusão de TODOS os toques dos sinos que as irmãs tocam nos horários correspondentes ao Ângelus e de anúncio da Santa Missa, a saber: 06:00, 06:45 (Horário da Missa), 12:00 e 18:00 horas.

As irmãs foram intimadas a parar de tocar os sinos mas, como são corajosas, continuaram a tocar todos, menos os das 06:00. Os incomodados entraram com um novo pedido, solicitando a exclusão de todos os toques dos sinos. Resultado: nessa semana ocorreu nova visita da Secretária de Meio Ambiente solicitando a medição do sino e anunciando que entrariam com novas medidas legais para proibirem essa o uso dos sinos. Alegação: abuso da liberdade religiosa e falta de relação de boa vizinhança, entre outras.

Termina o amigo Thomas informando que Madre Susana da Santíssima Trindade solicitou que os católicos que estão informados do assunto unam-se às irmãs, na oração do Angelus, pedindo ao bom Deus que a perseguição cesse e possam manter o piedoso hábito de tocar o sino que convida os fiéis a louvar a Virgem Maria.

Rezemos também pelos vizinhos sinófobos. E pelos responsáveis pela Secretaria. Talvez não tão zelosos em coibir os verdadeiros abusos do bairro...

Finalmente Thomas pede que expressemos nossos protestos à Secretaria do Meio Ambiente de Porto Alegre.

3 comentários:

  1. Gostaria apenas de mencionar a MENTIRA ora informado no blog.
    Pois foi feito primeiramente dois contatos telefonicos com as irmãs do carmelo, solicitando gentilmente para não soar o sino das 6h da manhã.
    Não tendo exito nas duas tentativas, foi procurado a smam, solicitando APENAS quanto ao sino das 6h.
    Nenhum momento foi reiterado pedido para todos os sinos. A questão nada contra o badalar dos sinos. Apenas o horário.
    Eu sou trabalhador, acordo todos dias 6:30h.. mas estou a anos acordando as 6h por causa dos sinos do carmelo.
    Eu não atrapalho em nada o carmelo. Quando elas realizam as missas, não vou lá tocar sinos.
    O direito delas termina aonde começa o meu e de diversas outras pessoas.
    E por questão de direito, se gentilmente não quiseram parar APENAS o das 6h da manhã. Sim, já estamos providenciando um abaixo assinado, que será protocolado junto ao Ministério Púlico, juntamente com uma ação judicial.
    E, como em outros casos em Porto Alegre, será pedido a parada do badalar ou retirada do sino em substituição por alto falantes. Como já se tem em diversas igrejas da cidade, como por exemplo a Igreja São Jorge.
    Não é perseguição. Mas eu acordo cedo para trabalhar. E não incomodo ninguém.

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  2. A paz,

    Meu caro em Cristo.
    Quem aqui escreve é o Thomas Giulliano presidente da Associação Católica Pio XII, o grupo Católico que está na linha de frente na defesa do badalar dos sinos.
    Gostaria de sentar e dialogar com você, pois um debate pela internet nem sempre é uma ferramenta eficaz, por isso coloco o meu telefone celular 51-94044771 e assim podemos dialogar.
    Saliento ainda, meu caro que existe dubiedade de informações por parte de seu relato e do que foi manifestado pela smam, portanto com caridade poupe o desabafo e vamos proceder dentro de uma correção que julgo que seja pertinente a sua aplicação.
    Se me permite, gostaria de questionar sobre os demais pontos do bairro em que resides como está procedendo? No caso eles também devem perturbar o sono do trabalhador não devem? Pergunto também, sobre o direito dos demais de ouvirem os sinos onde o mesmo fica? E os mais de 100 anos que o sino toca neste mesmo horário e local devem ser ignorados? Porque sua vida religiosa que com certeza não é Católica deve sobreporás dos outros? Porque o seu direito deve passar por cima dos direitos lícitos que as Irmãs possuem para viver com o badalar tocado?
    Com esses entre os muitos questionamentos que posso fazer, termino a resposta, saliento que desejo a sua ligação e com isso transferimos a conversa para outra esfera.

    A paz,
    Thomas Giulliano
    Associação Católica Pio XII

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  3. Peço a gentileza de se identificarem assim como fez o sr. Thomas. Isso dá um caráter sério ao problema. Grata

    Sonia Rosalia

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